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05/09/2016
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Para evitar perdas milionárias, dispara procura por “guarda-costas” das empresas

O aumento constante de furtos e roubos tem obrigado as empresas a aumentarem seus investimentos na contratação de profissionais especializados em gestão de patrimônio. De acordo com a Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, parte do PageGroup, a procura por gerentes executivos de gestão patrimonial e prevenção de perdas aumentou 50% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período anterior.

"Desde o ano passado, o cenário econômico continua desafiador e companhias perceberam que ainda estavam perdendo receita em uma área específica, a de segurança. Diante disso, resolveram reforçar seus times. O profissional de segurança patrimonial e prevenção de perdas é extremamente estratégico para o negócio, pois seu desempenho tem impacto direto no caixa das empresas", afirma Lucas Rizzardo, gerente da Michael Page.

A remuneração mensal desse executivo pode variar de R$ 18 a 30 mil de acordo com o porte da empresa. Destacam-se neste segmento profissionais que iniciaram sua carreira no Exército ou na polícia e, após anos de experiência no setor, acabaram migrando para o mercado corporativo para desempenhar a função de segurança patrimonial e prevenção de perdas. A maioria tem a formação superior em Administração ou Direito.

"Um dos requisitos primordiais para ocupar um cargo de confiança dentro de grandes corporações é o domínio do inglês pois este profissional, em alguns casos, tem que se reportar diretamente para um executivo estrangeiro. Já as competências comportamentais mais valorizadas são visão de dono de negócio, dinâmico, flexibilidade, mão na massa e foco em resultados", ressalta Lucas.

De acordo com a Marsh, consultoria e gestora de riscos, os veículos com cargas de maior valor agregado (produtos eletrônicos, por exemplo, com valores elevados que podem chegar a R$ 2 milhões ou mais em um único carregamento) estão entre os mais visados e são alvos de abordagem para roubo de carga.

Segundo uma estimativa feita com base na carteira da empresa, os produtos com maior frequência de roubos no Brasil são: 1. Eletrônicos e Informática em geral; 2. Produtos farmacêuticos; 3. Cigarros; 4. Têxteis; 5. Autopeças; 6. Pneus; 7. Alimentos; 8. Combustível.

As regiões do roubo de carga se concentram no eixo Sul - Sudeste - Nordeste, onde ocorre a grande distribuição dos produtos e concentração dos mercados consumidores.

"A segurança corporativa era vista como uma área que representava somente custo para as organizações. Com o cenário econômico adverso, esse quadro se alterou, de modo que a prevenção de perdas e os ganhos estratégicos gerados pelo departamento têm impacto positivo nas finanças das empresas. Hoje, o setor consegue agregar valor ao negócio", conta Ricardo Campos, presidente do Overseas Security Advisory Council (Conselho Consultivo de Segurança Exterior na tradução livre, em português), órgão vinculado ao Departamento de Estado dos EUA, e diretor de segurança Latam da GE.


FONTE: Conteúdo Comunicação

 

Palavras-chave: | Michael Page | Lucas Rizzardo | estilo de liderança | qualidade de vida no trabalho |

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