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15/08/2016
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Setor de Serviços recua 0,5% de maio para junho

Em junho de 2016, o volume do setor de serviços caiu 0,5% em relação a maio, na série com ajuste sazonal, após variar 0,2% em maio e -1,3% em abril. Na comparação com junho de 2015, o setor registrou queda de 3,4%, maior variação negativa para o mês de junho da série, iniciada em janeiro de 2012. Com esses resultados, as taxas acumuladas no primeiro semestre e nos últimos 12 meses ficaram ambas em -4,9%.

Por atividade, em relação a maio de 2016, observam-se crescimentos nos segmentos de serviços de informação e comunicação (0,2%) e transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (0,1%). Apresentaram quedas os segmentos de serviços prestados às famílias (-0,5%), serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,4%) e outros serviços (-1,5%). O agregado especial das atividades turísticas apresentou variação -0,6%, na comparação com o mês imediatamente anterior.

A receita nominal em junho apresentou variação de -0,3% em relação a maio e de 0,6%, na comparação com junho de 2015. A taxa acumulada no ano ficou em 0,2% e, em 12 meses, 0,3%.

Em termos de composição da taxa global de volume, na comparação com junho de 2015 (série sem ajuste), a contribuição dos segmentos, por ordem de contribuição, foram os seguintes: transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio e serviços profissionais, administrativos e complementares, ambos com -1,1 pp; serviços de informação e comunicação, com -0,7 pp; serviços prestados às famílias, com -0,4 pp e outros serviços, com -0,1 pp de contribuição.

No primeiro semestre de 2016, setor de serviços recua 2,8% em relação ao segundo semestre de 2015

O primeiro semestre de 2016 apontou para uma retração de 2,8% no volume de serviços em relação ao semestre anterior, mesma retração observada no segundo semestre de 2015, na série com ajuste sazonal. Já na comparação com o primeiro semestre de 2015 (sem ajuste), o setor de serviços acumulou uma queda de 4,9%.

Em termos de atividades, na comparação com o segundo semestre de 2015, destaca-se o segmento de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio com a maior queda (-7,0%), seguido dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-3,3%); serviços prestados às famílias (-1,5%) e serviços de informação e comunicação (-1,2%). O segmento de outros serviços registrou variação nula (0,0%) e as atividades turísticas, queda de 2,0%.

Resultados regionais: Amazonas, Roraima e Rondônia apresentam as maiores quedas em relação a maio

Em relação aos resultados regionais do setor de serviços de junho frente a maio, 13 unidades da federação apresentaram queda, 13 apresentaram crescimento e uma ficou estável. As maiores variações positivas foram registradas no Rio Grande do Norte (3,0%), Paraíba (2,8%) e Alagoas (2,6%). As maiores variações negativas foram observadas no Amazonas (-3,6%), Roraima (-3,0%) e Rondônia (-2,6%).

Quando se compara com junho de 2015, apenas quatro unidades da federação apresentaram variações positivas: Acre (12,3%), Roraima (7,1%), Distrito Federal (4,9%) e Tocantins (3,1%). As maiores variações negativas foram registradas no Amazonas (-15,1%), Amapá (-14,8%) e Mato Grosso (-13,1%).

Em termos regionais, analisando-se os resultados de volume, em relação a maio, das atividades turísticas, segundo as unidades da federação selecionadas, apenas duas apresentaram variações negativas: Rio de Janeiro (-1,4%) e Minas Gerais (-0,6%). As variações positivas, por ordem de variação, foram as seguintes: São Paulo (9,5%), Rio Grande do Sul (4,1%), Paraná (3,7%), Goiás (3,2%), Santa Catarina (2,5%), Distrito Federal (2,4%), Espírito Santo (1,5%), Ceará (1,2%), Pernambuco (1,1%) e Bahia (0,3%).

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, as variações positivas foram registradas no Distrito Federal (6,1%), Pernambuco (5,3%), São Paulo (3,0%), Goiás (1,7%), Ceará (1,6%) e Rio Grande do Sul (1,4%). As variações negativas foram as seguintes: Bahia (-13,5%), Minas Gerais (-9,9%), Santa Catarina (-5,9%), Espírito Santo (-2,9%), Rio de Janeiro e Paraná (ambas com -2,4%).


FONTE: Comunicação Social IBGE

 

 

Palavras-chave: | IBGE | Serviços | mercado de trabalho |

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