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01/08/2016
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PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 11,3% no trimestre encerrado em junho de 2016

A taxa de desocupação foi estimada em 11,3% no trimestre móvel encerrado em junho de 2016, ficando 0,4 ponto percentual acima da taxa do trimestre que terminou em março (10,9%). Na comparação com o mesmo período de 2015 (8,3%), o quadro também foi de acréscimo (3,0 pontos percentuais).

A população desocupada (11,6 milhões de pessoas) cresceu 4,5 % em relação ao observado entre janeiro e março (11,1 milhões de pessoas), um acréscimo de 497 mil pessoas na procura por emprego. No confronto com igual trimestre do ano passado, esta estimativa subiu 38,7%, um aumento de cerca de 3,2 milhões de pessoas desocupadas na força de trabalho.

Já a população ocupada (90,8 milhões de pessoas) ficou estável, quando comparada com o trimestre de janeiro a março de 2016. Em comparação com igual trimestre de 2015, quando o total de ocupados era de 92,2 milhões de pessoas, houve queda de 1,5%, uma redução de 1,4 milhão de pessoas entre os ocupados.

O número de empregados com carteira assinada (34,4 milhões) ficou estável na comparação com o trimestre de janeiro a março de 2016. Frente ao trimestre de abril a junho de 2015, houve queda de 4,1%, o que representou a perda de aproximadamente 1,5 milhão de pessoas nessa condição.

O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos (R$ 1.972) caiu 1,5% frente ao trimestre de janeiro a março de 2016 (R$ 2.002) e de 4,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.058).

A massa de rendimento real habitualmente recebida em todos os trabalhos (R$ 174,6 bilhões) caiu 1,1% em relação ao trimestre de janeiro a março de 2016, e 4,9% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

Os indicadores da Pnad Contínua são calculados para trimestres móveis, utilizando-se as informações dos últimos três meses consecutivos da pesquisa. A taxa do trimestre móvel terminado em junho de 2016 foi calculada a partir das informações coletadas em abril/2016, maio/2016 e junho/2016. Nas informações utilizadas para o cálculo dos indicadores para os trimestres móveis encerrados em maio e junho, por exemplo, existe um percentual de repetição de dados em torno de 66%. Essa repetição só deixa de existir após um intervalo de dois trimestres móveis.

No trimestre móvel encerrado em junho de 2016, havia cerca de 11,6 milhões de pessoas desocupadas no Brasil. Este contingente representou aumento de 4,5% (497 mil pessoas) frente ao trimestre de janeiro a março de 2016, quando essa população havia sido estimada em 11,1 milhões de pessoas. No confronto com igual trimestre do ano passado, esta estimativa subiu 38,7%, significando um aumento de cerca de 3,2 milhões de pessoas desocupadas na força de trabalho.

O contingente de ocupados foi estimado em 90,8 milhões no trimestre de abril a junho de 2016. Essa estimativa representou estabilidade, quando comparada com o trimestre de janeiro a março de 2016 (apesar de ter havido um crescimento de 159 mil pessoas neste contingente, não foi estatisticamente significativa). Em comparação com igual trimestre do ano passado, quando o total de ocupados era de 92,2 milhões de pessoas, foi registrada queda de 1,5%, representando redução de 1,4 milhão de pessoas entre os ocupados.

O número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada, estimado em 34,4 milhões de pessoas, ficou estável na comparação com trimestre de janeiro a março. Contudo, frente ao trimestre de abril a junho de 2015 houve queda de 4,1%, o que representou a perda de aproximadamente 1,5 milhão de pessoas nessa condição.

A categoria dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,1 milhões) cresceu 3,7% em relação a janeiro a março de 2016, mas se manteve estável frente ao mesmo período do ano anterior.

O número de trabalhadores domésticos (6,2 milhões) ficou estável em relação ao trimestre encerrado em março de 2016, mas cresceu 3,7% frente ao mesmo período do ano anterior, representando expansão de 224 mil pessoas nesta forma de inserção.

O contingente de empregados no setor público (11,3 milhões) cresceu 3,0% (324 mil pessoas) em relação ao trimestre de janeiro a março de 2016. Frente ao mesmo período do ano anterior, não houve variação estatisticamente significativa.

O número de empregadores (3,7 milhões) apresentou estabilidade em relação ao trimestre de janeiro a março de 2016 e redução de 7,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, menos 291 mil pessoas neste contingente.

A categoria das pessoas que trabalhavam por conta própria (22,9 milhões) ficou estável em relação ao trimestre de janeiro a março de 2016. Na comparação com o trimestre de abril a junho de 2015, houve aumento de 3,9%, um acréscimo de 857 mil pessoas nessa condição.

Na análise do contingente de ocupados por grupamentos de atividade, em relação ao trimestre de janeiro a março de 2016, houve expansão de 2,6% (396 mil pessoas) no grupamento que inclui as atividades de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais. Nos demais grupamentos não se observou variação estatisticamente significativa.

Frente ao trimestre de abril a junho de 2015, houve redução de contingente nos grupamentos da indústria geral, 11,0% (-1,4 milhão de pessoas), e informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, 10,0% (- 1,1 milhão pessoas). Os aumentos foram registrados em: construção, 3,9% (277 mil pessoas); transporte, armazenagem e correio, 5,0% (213 mil pessoas); administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, 3,1% (481 mil pessoas); e serviços domésticos, 5,3% (317 mil pessoas). Os demais grupamentos permaneceram estáveis.

O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimado em R$ 1.972, registrando queda de 1,5% frente ao trimestre de janeiro a março de 2016 (R$ 2.002) e de 4,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.058).

Em relação ao trimestre de janeiro a março de 2016, houve queda do rendimento médio dos empregados no setor privado com carteira assinada (-2,8%), enquanto para os empregados no setor privado sem carteira assinada, houve expansão de 6,1%. Nas demais formas de inserção na ocupação não houve variação estatisticamente significativa. Na comparação com o trimestre de abril a junho de 2015, os ocupados como empregado no setor privado com carteira assinada (-4,0%), empregador (-10,2%) e conta própria (-4,6%) tiveram queda no rendimento habitual real. As demais categorias apresentaram-se estáveis.

A massa de rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimada em R$ 174,6 bilhões de reais, apresentando queda de 1,1% em relação ao trimestre de janeiro a março de 2016, e de 4,9% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.


FONTE: Comunicação Social IBGE

 

Palavras-chave: | PNAD | IBGE | desemprego |

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