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18/07/2016
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De abril para maio, setor de Serviços recua (-0,1%)

A partir desta divulgação, a Pesquisa Mensal de Serviços passa a contar com indicadores ajustados sazonalmente, incluindo suas séries históricas, iniciadas em janeiro de 2012. Em maio de 2016, o volume do setor de serviços caiu -0,1% em relação a abril, na série com ajuste sazonal, após recuar (-1,6%) em abril e subir 1,2% em março. Na série sem ajuste, houve queda (-6,1%) em relação a maio de 2015, a maior da série desde novembro de 2015 (-6,4%). Os acumulados no ano (-5,1%) e em 12 meses (-4,8%) também recuaram. Na mesma série com ajuste, houve altas nos segmentos Serviços profissionais, administrativos e complementares (0,7%), Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (0,5%) e Outros serviços (1,2%). Já os Serviços de informação e comunicação caíram (-0,2%) e os Serviços prestados às famílias mostraram estabilidade (0,0%). O agregado especial das Atividades turísticas cresceu 0,4% em maio, na comparação com abril. Na série ajustada, a receita nominal em maio cresceu 0,4% em relação a abril, enquanto a variação sem ajuste, em relação a maio de 2015, recuou (-0,7%). Os acumulados no ano e em 12 meses ficaram em 0,2% e 0,4%, respectivamente.

As contribuições dos segmentos para a taxa de volume sem ajuste sazonal foram: Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (-2,9 pp); Serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,5 pp); Serviços de informação e comunicação (-1,0 pp); Serviços prestados às famílias (-0,4 pp) e Outros serviços (-0,3 pp).

RESULTADOS SETORIAIS

Serviços prestados às famílias: em maio, houve estabilidade (0,0%) no volume de serviços, em relação a abril, na série com ajuste sazonal, contra a mesma estabilidade em abril e um recuo (-6,1%) em março. Houve quedas em Serviços de alojamento e alimentação (-2,8%) e em Outros serviços prestados às famílias (-4,3%). Em relação ao maio de 2015, houve retração (-7,0%), acumulando recuos no ano (-3,9%) e em 12 meses (-4,8%) (Tabelas 1 e 1A).

Serviços de informação e comunicação: em maio, em relação a abril, a queda (-0,2%) no volume de serviços foi igual à de abril, contra crescimento de 0,6% em março. Os Serviços de tecnologia da informação e comunicação-TIC cresceram 0,4%, embora Telecomunicações, (-0,2%) e Serviços de tecnologia da informação (-1,2%) tenham recuado. O volume dos Serviços audiovisuais, de edição e agências de notícias cresceu 1,3%, frente ao mês imediatamente anterior.

Em relação a maio de 2015, na série sem ajuste sazonal, houve retração (-2,6%) no volume de serviços, com quedas em abril (-3,0%) e março (-5,9%). A variação acumulada no ano ficou em -3,7% e, em 12 meses, em -2,3% (Tabelas 1 e 1A).

Serviços profissionais, administrativos e complementares: houve crescimento de 0,7% em maio, em relação a abril, contra decréscimos em abril (-2,6%) e em março (-0,5%). O volume dos Serviços técnico-profissionais cresceu 2,7% e dos Serviços administrativos e complementares, variou 0,1%.

Em relação a maio de 2015, na série sem ajuste sazonal, o volume do segmento recuou (-7,8%), com quedas em abril (-5,4%) e em março (-6,8%). Também houve quedas nos acumulados no ano (-6,7%) e em 12 meses (-6,2%) (Tabelas 1 e 1A).

Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio: crescimento de 0,5% em maio, contra retração (-1,5%) em abril e alta de 0,1% em março, na série com ajuste. Por modalidade, as variações de volume em relação ao mês imediatamente anterior foram: Transporte terrestre, (-0,7%), Transporte aquaviário (1,7%) e Transporte aéreo (6,2%). A atividade de Armazenagem, serviços auxiliares dos transportes e correio cresceu 0,7%.

Na série sem ajuste sazonal, o volume do segmento recuou (-9,1%) em maio, em relação ao mesmo mês do ano anterior. Em abril e março, a queda foi a mesma (-7,2%) nos dois meses (Tabelas 1 e 1A). As variações acumuladas no ano e em 12 meses ficaram em (-6,4%).

Outros serviços: alta de 1,2% no volume de serviços prestados em maio, comparado com abril, após retração (-5,3%) em abril, e crescimento de 6,9% em março (Tabelas 1 e 1A).

Na série sem ajuste, contra o mesmo mês de 2015, houve quedas em maio (-6,2%) e abril (-3,3%), e alta de 2,5% em março. Os acumulados no ano (-4,2%) e em 12 meses (-7,8%) recuaram.

Atividades turísticas: crescimento de 0,4%, após dois meses de quedas (-1,2% em abril e -2,6% em março) na série com ajuste sazonal. Esse crescimento pode ser explicado pelas temperaturas mais frias ocorridas na Região Sul em maio, o que levou a uma maior demanda pelo turismo nessa região.

Em relação ao mesmo mês de 2015, as Atividades turísticas recuaram (-8,9%), acompanhando as quedas (-3,6%) em abril e (-2,3%) em março. Os acumulados no ano (-2,6%) e em 12 meses (-2,1%) também recuaram.

RESULTADOS REGIONAIS

Setor de serviços: No que se refere aos resultados regionais, com ajuste sazonal, do setor de serviços em maio, as maiores variações positivas foram registradas no Acre (3,9%), Pará (2,1%) e Ceará (1,5%). As maiores variações negativas foram na Paraíba (-2,5%), Distrito federal (-2,2%) e Mato Grosso (-1,9%).

Quanto aos resultados sem ajuste sazonal, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, somente duas Unidades da Federação apresentaram variações positivas, isto é Ceará (1,5%) e Tocantins (0,8%). As maiores variações negativas foram registradas no Amapá (-17,1%), Bahia (-12,7%) e Paraíba (-12,6%).

Atividades turísticas: na série com ajuste sazonal, o volume subiu no Rio Grande do Sul (5,7%), Santa Catarina (1,4%), Paraná (1,3%), Ceará (0,9%) e Espírito Santo (0,8%). Houve quedas em São Paulo (-6,3%), Bahia (-4,1%), Pernambuco (-2,5%), Minas Gerais (-0,8%), Rio de Janeiro (-0,5%), Goiás (-0,3%) e Distrito Federal (-0,1%).

Em relação a maio de 2015, houve quedas em todas as Unidades da Federação selecionadas: Bahia (-18,6%), Distrito Federal (-11,5%), Minas Gerais (-10,8%), Santa Catarina (-10,4%), Paraná (-9,6%), Espírito Santo e São Paulo (-8,8%, ambas), Goiás (-7,6%), Rio de Janeiro (-7,1%), Ceará (-6,7%), Rio Grande do Sul (-4,9%) e Pernambuco (-2,0%).


FONTE: Comunicação Social IBGE

 

Palavras-chave: | IBGE | desemprego | Serviços |

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