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26/04/2016
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PNAD Contínua: taxa de desocupação fica em 10,2%

A taxa de desocupação no trimestre móvel encerrado em fevereiro de 2016 foi estimada em 10,2% para o Brasil, ficando acima da taxa do trimestre móvel encerrado em novembro de 2015 (9,0%) e superando, também, a do mesmo trimestre do ano anterior (7,4%). A população desocupada (10,4 milhões de pessoas) cresceu 13,8% (mais 1,3 milhão pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015 e subiu 40,1% (mais 3,0 milhões de pessoas) no confronto com igual trimestre de 2015.

Já a população ocupada (91,1 milhões de pessoas) apresentou redução de 1,1%, quando comparada com o trimestre de setembro a novembro de 2015 (menos 1,0 milhão de pessoas). Em comparação com igual trimestre de 2015, foi registrada queda de 1,3% (menos 1,2 milhão de pessoas).

O número de empregados com carteira assinada no setor privado apresentou queda de 1,5% frente ao trimestre de setembro a novembro de 2015 (menos 527 mil pessoas). Na comparação com igual trimestre do ano anterior, a redução foi de 3,8% (menos 1,4 milhão de pessoas).

O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos (R$ 1.934) ficou estável frente ao trimestre de setembro a novembro de 2015 (R$ 1.954) e caiu 3,9% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (R$ 2.012). A massa de rendimento real habitualmente recebida pelas pessoas ocupadas em todos os trabalhos (R$ 171,3 bilhões) registrou redução de 2,0% em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015, e redução de 4,7% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

Os indicadores da PNAD Contínua são calculados para trimestres móveis, utilizando-se as informações dos últimos três meses consecutivos da pesquisa. A taxa do trimestre móvel terminado em fevereiro de 2016 foi calculada a partir das informações coletadas em dezembro/2015, janeiro/2016 e fevereiro/2016. Nas informações utilizadas para o cálculo dos indicadores para os trimestres móveis encerrados em fevereiro e janeiro, por exemplo, existe um percentual de repetição de dados em torno de 66%. Essa repetição só deixa de existir após um intervalo de dois trimestres móveis.

No trimestre de dezembro de 2015 a fevereiro de 2016, havia cerca de 10,4 milhões de pessoas desocupadas no Brasil. Esta estimativa no trimestre de setembro a novembro de 2015 correspondia a 9,1 milhões, representando um acréscimo de 13,8% (1,3 milhão de pessoas). No confronto com igual trimestre do ano passado, esta estimativa subiu 40,1% (3,0 milhões de pessoas).

O número de pessoas ocupadas foi estimado em 91,1 milhões, apresentando redução de 1,1%, quando comparada com o trimestre de setembro a novembro de 2015 (-1,0 milhão de pessoas). Em comparação com igual trimestre do ano passado foi registrada queda de 1,3% (-1,2 milhão de pessoas).

Por posição na ocupação, o contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada apresentou queda de 1,5% frente ao trimestre de setembro a novembro de 2015 (-527 mil pessoas). Na comparação com igual trimestre do ano passado, a redução foi de 3,8% (-1,4 milhão de pessoas).

A categoria dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada apresentou redução de 3,8% (-382 mil pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015 e retração de 4,8% (-493 mil pessoas) quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior.

A participação de empregadores apresentou redução de 5,8% (-233 mil pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015 e, em relação ao mesmo trimestre de 2015, caiu 5,4% (-215 mil pessoas). Já a categoria dos trabalhadores por conta própria registrou aumento de 3,0% (676 mil pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015 e, na comparação com o mesmo trimestre de 2015, constatou-se um aumento de 7,0% (1,5 milhão de pessoas).

Na análise do contingente de ocupados segundo os grupamentos de atividade, em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015, ocorreram retrações na indústria geral (-5,9%), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-2,5%) e administração pública, defesa, seguridade, educação, saúde humana e serviços sociais (-2,1%) e aumento na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (1,9%). Nos demais grupamentos de atividade não se observou variação estatisticamente significativa.

Frente ao trimestre de dezembro de 2014 a fevereiro de 2015, foram verificados aumentos em serviços domésticos (3,9%); transporte, armazenagem e correio (5,3%) e alojamento e alimentação (4,3%). Houve quedas na indústria geral (-10,4%), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-7,7%). Nos demais grupamentos de atividade não se observaram variações significativas.

O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimado em R$ 1.934, registrando estabilidade frente ao trimestre de setembro a novembro de 2015 (R$ 1.954) e queda de 3,9% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (R$ 2.012).
Na comparação com o trimestre de setembro a novembro de 2015, apenas o grupamento de atividade de serviços domésticos registrou aumento no rendimento médio (1,8%).

Nos demais grupamentos, verificou-se estabilidade. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, houve retrações nos grupamentos transporte, armazenagem e correio (-6,3%), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (-5,7%) e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (7,4%).

Por posição na ocupação, frente ao trimestre de setembro a novembro de 2015, subiram os rendimentos médios dos trabalhadores domésticos (1,8%). Em relação ao trimestre de dezembro de 2014 a fevereiro de 2015, verificou-se redução no rendimento médio da categoria dos trabalhadores por conta própria (-5,6%) e empregador (9,2%). Nas demais categorias de posição na ocupação observou-se estabilidade em seus rendimentos.

A massa de rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimada em R$ 171,3 bilhões de reais, registrando redução de 2,0% em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2015, e de 4,7% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.


FONTE:
Comunicação Social IBGE

 

Palavras-chave: | IBGE | PNAD | desemprego |

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