O site de referência sobre Gestão de Pessoas.
Conheça os cursos online e os eventos virtuais do RH.com.br
Pesquisar
« Pesquisa Avançada »






08/03/2016
RH » Carreira » Notícia Enviar Comentar Compartilhar Imprimir

Os empecilhos para igualdade de gêneros

O caminho para igualdade dos gêneros no mercado de trabalho ainda é longo. O estudo Mulheres e o Mundo Corporativo realizado pela Robert Half com cerca de 300 profissionais brasileiras mostra que a distância está presente não só na questão de equiparação salarial, mas, principalmente, nas oportunidades de crescimento, desenvolvimento e respeito pelas mulheres.

Topo Distante -
Na opinião de 49% das profissionais entrevistadas, menos de 5% das posições de liderança são ocupadas por mulheres em suas empresas. Mesmo com os avanços nos programas de treinamento e capacitação das empresas, 87% afirmam que suas companhias não têm programa de desenvolvimento de liderança para mulheres.

As diferenças entre gêneros também vêm à tona com relação as chances de crescimento profissional dentro da empresa. Segundo 51% das profissionais, as oportunidades entre homens e mulheres são desiguais. Além disso, 64% já receberam ou sabem de mulheres que receberam salários menores para desempenhar a mesma função de um homem.

Despreparo Masculino -
A pesquisa mostra que, segundo 83% das pesquisadas, as empresas não preparam os homens para lidar com as mulheres no ambiente de trabalho. Outros dados apresentam as implicações no âmbito dos relacionamentos entre os gêneros: 66% já sofreram discriminação no trabalho, 60% já ouviram comentários preconceituosos e 47% já tiveram suas habilidades questionadas em momentos de crise.

Nos corredores -A pesquisa registrou ainda algumas das frases comuns ouvidas nos corredores corporativos. Alguns exemplos abaixo:
- "Está na TPM".
- "Se arrume porque a reunião é com o diretor".
- "Esse cargo é só para homens".
- "Você tem marido e não precisa ganhar mais".
- "Gosto de trabalhar com você porque trabalha feito homem".

Mais licença, por favor - Embora haja o incentivo por parte do governo para a estender o prazo da licença maternidade para seis meses, a maioria das empresas ainda não adotou a prática e para 67% das profissionais que responderam à pesquisa, a ausência pós-parto é de quatro meses. Com relação ao retorno ao trabalho, 53% afirmam que após a licença maternidade a funcionária retorna integralmente para sua função. Mas ainda há 27% que encontram dificuldades no retorno e mesmo casos em que a funcionária é desligada após o período de estabilidade.

Múltiplas Jornadas - Seja com jornada única, dupla ou tripla, para a maioria das mulheres (65%) é possível equilibrar a vida pessoal e profissional. Esse resultado pode ser atribuído à própria disciplina pessoal, aos avanços da tecnologia que permitem mais agilidade na execução das tarefas e também às políticas de qualidade de vida já presentes em boa parte das empresas.

Dados da Pesquisa -
A pesquisa Mulheres e o Mundo Corporativo foi realizada em fevereiro de 2016 com cerca de 300 profissionais de diversos setores da economia e regiões do País.


FONTE: Perspectiva Comunicação

 

Palavras-chave: | Robert Half | mulher | crescimento profissional |

  • O que você achou? Avalie:
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
Enviar Comentar Compartilhar Imprimir
CONTEÚDO RELACIONADO
COMENTÁRIOS (0)
Ainda não há comentários.

Seja o primeiro, clique no ícone disponível logo acima e faça seus comentários.
PUBLICIDADE
Produtos RH.com.br

+ lidas
+ comentadas
+ enviadas
+ recentes
Produtos RH.com.br

Curso Online do RH.com.br

Curso Online do RH.com.br



PUBLICIDADE
Os textos publicados não representam, necessariamente, a opinião dos responsáveis pelo site RH.com.br. Confira o nosso Termo de Responsabilidade.
Todos os direitos reservados. É expressamente proibida qualquer reprodução.